Sessões sem pressa, propostas sem folhas de cálculo.
A proposta faz-se por voz, o cliente aprova online e os pagamentos ficam ligados a cada sessão.
Inês & Rui · há 2 horas
Assinado no ecrã, com registo de quem e quando.
Pedida sozinha quando o trabalho fechou — sem teres de pedir.
A app fala a tua língua.
Aqui não há jargão de outro ofício: na tua conta, cada trabalho é uma Sessão.
Tipos de trabalho já prontos no catálogo:
O trabalho que o cliente nunca vê.
«A sessão foram quatro horas. A edição foram três noites — e o preço foi feito a pensar nas quatro horas.»
O catálogo tem preço por sessão, por hora ou por dia, e as horas de edição lançam-se no trabalho. A margem por tipo de sessão deixa de ser um palpite.
«O cliente pediu “só mais umas fotos daquele momento”. Já ias em 400 ficheiros entregues.»
A proposta diz o que entra. O que vier depois é uma fase nova, com valor próprio, aprovada por escrito antes de a fazeres.
«Publicaste uma fotografia do casamento no Instagram e recebeste um e-mail do advogado da noiva.»
A autorização de direitos de imagem fica anexada ao trabalho, não perdida no e-mail — e cada documento tem quem o pode ver: só tu, a equipa ou o cliente.
«Entregaste em maio e recebeste em setembro, depois de três e-mails que te custaram mais do que o dinheiro.»
Duas regras tratam da cobrança — lembrar o que está por liquidar e avisar quando está muito atrasado — em teu nome, sem seres tu a escrever.
A sessão é meio dia. A cobrança não devia ser toda no fim do mês seguinte.
Entre a reserva e o pagamento de um casamento vão meses: reserva-se em janeiro, fotografa-se em julho, entrega-se em setembro. Nesses meses o teu tempo, o teu equipamento e as tuas horas de edição já foram gastos, e ainda não entrou nada.
Na Kwote o trabalho tem fases de pagamento com nome, valor e a percentagem de progresso que as desbloqueia. Quando o trabalho lá chega, a fase destranca-se e pedes-la num toque — sai um email ao cliente com o valor e o link para ver onde está o trabalho dele.
Números de exemplo. As mesmas fases podem viver já na proposta, para o cliente as aprovar uma a uma no link — e dizer sim à reserva sem ter de decidir já o resto. Uma nota honesta: a Kwote não cobra por ti — não há Multibanco nem MB Way lá dentro. Regista o que ficou combinado, destranca a fase no momento certo, envia o pedido em teu nome, e mostra-te o que está por receber em escalões de trinta, sessenta e noventa dias.
Os papéis de uma sessão, que quase todos guardam no e-mail.
Neste ofício os documentos não vêm de câmaras nem de institutos: vêm do cliente. E é precisamente por isso que se perdem — ficam num e-mail, num WhatsApp, ou numa folha assinada que ninguém digitalizou.
Escolhes fotografia e vídeo no registo e a Kwote traz esta lista já montada, com quem a assina e o que impede o trabalho de arrancar:
- ClienteCedência de direitos de imagemTrava o arranque
- ClienteAutorização do encarregado de educação (menores)
- ClienteContrato da sessão
- SeguradoraSeguro do equipamentoCaduca e renova-se
A cedência de direitos vem marcada como documento que trava o arranque, e é uma escolha deliberada: sem ela, uma sessão pode correr lindamente e não poder ser usada em lado nenhum. Cada documento fica preso à sessão a que pertence e tem quem o pode ver — só tu, a tua equipa, ou o próprio cliente. O seguro do equipamento é o único com validade, e a Kwote avisa-te trinta dias antes de caducar, que é bastante melhor do que descobri-lo depois de a mala desaparecer.
O próximo orçamento de casamento faz-se na Kwote. Grátis, sem cartão.
Criar conta grátisO dia de sessão paga-se bem. O mês de edição a seguir não se paga nada.
Um casamento são dez horas de fotografia e, muitas vezes, trinta de seleção, revelação e entrega. O preço faz-se pelo dia porque é o dia que o cliente vê — e a conta que interessava, a do custo de uma hora de trabalho a sério, quase nunca se faz.
Quanto te custa mesmo uma hora
A Kwote pega nos últimos seis meses — equipamento, software, seguros, deslocações, contabilidade, mais o que pagaste a segundos fotógrafos ou a quem editou contigo — e divide pelos dias efetivamente trabalhados, a oito horas por dia. Sai o custo real de uma hora e a parte dele que é só estrutura.
O preço mínimo para trinta por cento de margem
Sabido o custo da hora, o preço abaixo do qual um trabalho não compensa deixa de ser intuição. No catálogo, cada preço teu é julgado contra esse custo: prejuízo, margem fina abaixo de quinze por cento, ou está bem.
Rentabilidade por tipo de sessão
Os trabalhos terminados com custos lançados agrupam-se por tipo — casamentos, batizados, retrato, produto, imobiliário. Cada tipo mostra o faturado, o gasto e a margem que sobrou: verde acima de vinte e cinco por cento, vermelho abaixo de dez, e um aviso quando o pior tipo fica abaixo de quinze.
As horas de edição, lançadas enquanto acontecem
As horas e os custos registam-se no momento, não de memória no fim do mês. É a única forma de a conta acima significar alguma coisa — e é também o que te mostra, preto no branco, que o trabalho que o cliente não vê é o maior de todos.
Com menos de vinte dias de trabalho registados, a Kwote marca o custo da hora como indicativo em vez de fingir precisão.
O que a Kwote faz enquanto tu fotografas.
- A proposta sai da visitaDitas o que a sessão leva e o rascunho monta-se com as linhas do teu catálogo e os teus preços, na unidade certa — sessão, hora ou dia. Envias antes de o casal sair do café.
- O cliente vê onde o trabalho estáUm link com o progresso e as fotografias que decidires tornar públicas. Deixa de haver o e-mail «então, já estão?» à terceira semana, e a avaliação pede-se sozinha no fim.
- Marcações com hora, não só com diaAs sessões entram na agenda com hora marcada, ao lado das visitas e das entregas. E um casamento fica com a data fixa e a contagem decrescente até ao dia.
- Propostas em cinco línguasPortuguês, inglês, espanhol, francês e alemão. A proposta sai na língua do cliente mesmo que trabalhes em português — o que num casamento de estrangeiros deixa de ser um detalhe.
Algumas destas funcionalidades dependem do plano que tiveres. Ver o que entra em cada plano.
Começa de graça. Cresce quando fizer sentido.
Toda a conta nova começa com 14 dias de Pro completo. Sem cartão de crédito: ao fim dos catorze dias escolhes um plano ou ficas no Free.
Free
0 €para semprePara experimentar a sério. 5 orçamentos por mês.
Pro
24,90 €/mês · ou 249 €/anoPara quem já vive disto. Orçamentos ilimitados, IA incluída.
Ultra
49,90 €/mês · ou 499 €/anoCom a inteligência toda ligada. Até 3 utilizadores na mesma conta.
Perguntas de quem vive de fotografar.
A Kwote guarda as cedências de direitos de imagem?
Guarda, e vêm já na lista quando escolhes fotografia. A cedência está marcada como documento que trava o arranque: enquanto não estiver aprovada, aparece no que está a bloquear aquela sessão. A autorização do encarregado de educação, para quando há menores, é um documento separado.
As fotografias que envio ao cliente ficam públicas?
Só as que escolheres. Cada registo no diário da sessão pode ser privado ou visível para o cliente, e é essa marca que decide o que aparece no portal dele. O portal abre-se por link, sem o cliente criar conta nenhuma.
Trabalho com um segundo fotógrafo em casamentos. Pago por ele?
Não. Cada pessoa da equipa recebe um link e marca presença e registos no browser do telemóvel, sem conta e sem app para instalar. As horas registadas entram depois no custo real daquele casamento.
E se o cliente for estrangeiro?
A proposta sai na língua dele. A Kwote funciona em português, inglês, espanhol, francês e alemão, e a língua do documento que o cliente recebe é independente da língua em que tu trabalhas.
Ainda não é altura de criar conta?
Uma vez por mês, um caso concreto de fotografia e vídeo: onde é que se perde dinheiro no ofício, e o que se faz em vez disso.
Um email por mês. Sais com um clique, em qualquer um.